O que as famílias encontraram aqui
Depoimentos de quem viveu ou acompanhou a Quinta de perto — com as palavras deles, não as nossas.
12+
anos em operação
80+
famílias atendidas
4,8
avaliação média
VISA-RJ
alvará regularizado
Depoimentos
Escritos por moradores e familiares em diferentes momentos e modalidades.
Mariana Rezende
Filha de moradora – Petrópolis, RJ
"Minha mãe foi para a Quinta em março depois de anos morando sozinha e com dificuldade de manter a rotina. O que mais me surpreendeu não foi o espaço bonito — foi o fato de que, dois dias depois, ela já sabia os nomes de todos. A equipe é muito presente, mas sem ser invasiva."
Junho de 2025
Jonas Oliveira
Morador – Associação Diurna
"Faço a Associação Diurna há quatro meses. Venho às terças e quintas. O almoço é caseiro de verdade — não é comida de hospital. Fico até o café da tarde e o transporte me leva em casa. Minha filha ficou tranquila quando viu o lugar."
Maio de 2025
Cláudia Salgado
Sobrinha de morador – Rio de Janeiro, RJ
"Fizemos a Estada de Colheita com meu tio para ele conhecer antes de decidir. Ele chegou desconfiado — e saiu perguntando quando poderia voltar definitivamente. O pomar foi a grande surpresa. A única coisa que demoramos foi a burocracia inicial, mas foi resolvida."
Junho de 2025
Paula Barbosa
Filha de moradora – Niterói, RJ
"O que mais aprecia é a honestidade. Quando ligamos com dúvidas antes de fechar, nos deram respostas diretas, sem tentar vender nada. Minha mãe está há oito meses e está bem — participa do café comunitário toda manhã."
Maio de 2025
Roberto Leal
Morador – Residência no Pomar
"Moro na Quinta há um ano. Gosto do silêncio da Serra à noite e do fato de poder caminhar entre as árvores de manhã sem ninguém me apressando. A comida varia conforme a estação. Às vezes o transporte para médicos demora um pouco para organizar, mas a equipe se esforça."
Junho de 2025
Teresa Figueiredo
Neta de moradora – São Paulo, SP
"Fico tranquila morando longe porque sei que a equipe nos avisa quando há qualquer coisa diferente. Não preciso perguntar — eles entram em contato. Minha avó diz que gosta da Luciana, a cozinheira. É um sinal bom."
Julho de 2025
Histórias de adaptação
Três trajetórias distintas, cada uma com o seu ritmo.
A situação
Dona Helena, 79 anos
Vivia sozinha em Petrópolis. Os filhos, em São Paulo, sentiam que ela precisava de mais companhia e estrutura, mas Dona Helena resistia à ideia de "entrar numa casa de repouso".
Como veio
Começou com a Estada de Colheita por dois dias. Ao fim da estada, pediu para ficar mais uma semana. Depois de um mês, decidiu fazer a transição para a Residência no Pomar.
Hoje
Mora na Quinta há 14 meses. Participa do café comunitário e cuida de uma das goiabeiras do pomar — que ela batizou de "a minha".
"Eu jurava que não ia gostar. Mas aqui tem árvore, tem silêncio e tem gente boa. É uma casa, não uma clínica."
A situação
Seu Armando, 74 anos
Morava em Teresópolis com a esposa, que faleceu. Depois do luto, ficou muito recluso e a família se preocupou com o isolamento.
A escolha
Optou pela Associação Diurna — não queria abrir mão da casa onde viveu décadas, mas precisava de presença. Vem às terças e sextas. Come, conversa e caminha pelo pomar.
Hoje
Participa da Associação há sete meses. A filha notou que ele passou a receber visitas em casa novamente — algo que havia parado após a perda.
"Não saio de casa para fazer coisa diferente. Saio para encontrar gente que se preocupa."
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